Como conectar uma rede sem fio: Resiliência

A resiliência de uma rede sempre foi essencial. Isso é especialmente verdadeiro quando o número de dispositivos por usuário aumenta, juntamente com uma dependência cada vez maior de pontos de acesso Wi-Fi e, por sua vez, da infraestrutura de switches. Embora a mudança para aplicativos em nuvem tenha diminuído a necessidade de dados internos, ela torna o acesso confiável à rede ainda mais crítico para as operações.

Resiliency

Um dos exemplos favoritos para ilustrar este ponto é uma sala de aula com estudantes engajados na aprendizagem mista ou digital. Imagine se a lição na sala de aula for interrompida porque o professor ou os alunos de repente não puderem mais acessar a nuvem que contém seus testes e lições online. O que o professor deve fazer? Considere outro cenário: uma empresa de qualquer porte. Pense no impacto negativo para as operações e a produtividade dos funcionários se, de repente, seus aplicativos críticos, como o Salesforce ou seus telefones VoIP, ficarem inacessíveis.

Felizmente, a resiliência da rede está disponível de várias formas, como em componentes redundantes no switch. Na maioria das vezes, o problema ocorre na fonte de alimentação ou nos ventiladores. Contar com dois ou mais de cada um destes componentes reduz a chance de uma falha – preferencialmente podendo ser substituídos facilmente com o equipamento ligado, o que chamamos de hot-swap. Da mesma forma, contar com links redundantes garante que a conectividade não seja perdida se um dos links deixar de funcionar. No entanto, nem todos os links duplos são iguais. Em alguns casos, eles são ativos-passivos, onde o link alternativo fica ocioso, e só é acionado quando ocorre uma falha no outro link. Por outro lado, os links ativos-ativos fornecem balanceamento de carga através dos dois links até que haja uma falha. Estender essa abordagem criando caminhos duplos de cada switch para a agregação e o núcleo elimina o ponto único de falha para qualquer switch, assim como para qualquer link.

Uma resiliência adicional pode ser disponibilizada dentro das pilhas de switches. Por exemplo, o método chamado hitless failover garante que a falha de um único switch não derrube a pilha toda – e permite a re-inserção transparente de um switch substituto na pilha. Além disso, recursos avançados como a atualização de software em serviço (ISSU) fornecem um método incremental para atualizar pilhas tradicionais. Mais especificamente, um processo de ISSU bem-sucedido não afeta a conectividade do uplink ou do downlink em uma topologia com LAGs multi-unidade. Somente o nó que está transmitindo a atualização requer um reset de hardware (que inclui o reset do processador de pacotes). Como resultado, apenas o tráfego que transita nesse nó é interrompido.

Os switches Ruckus oferecem todas as formas de resiliência acima mencionadas. Elas estão disponíveis em toda a nossa linha de switches ICX: fontes de alimentação e ventiladores duplos, links redundantes, balanceamento de carga, hitless failover, bem como nosso próprio recurso de atualização de software em serviço.

No Comments Yet

Comments are closed